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Metrópoles: Oncologista ensina como aplicar filtro solar e prevenir câncer de pele

Especialista explica que o filtro solar é a melhor maneira de prevenir o câncer de pele e deve ser reaplicado a cada três horas

O câncer mais prevalente entre a população brasileira, o câncer de pele não melanoma deve ser responsável por mais de 200 mil casos no país por ano até 2025. A principal maneira de prevenir a doença é pelo uso do filtro solar — com a chegada iminente do verão, é importante aprender a utilizá-lo.

“Para atingir uma camada de espessura mínima do protetor na face é necessário uma quantidade equivalente a uma colher de sopa do produto. Oriento meus pacientes a aplicarem a primeira camada com uma quantidade que se sintam cosmeticamente bem e depois reaplicar em 15 minutos. Devemos fazer isso a cada três horas de exposição solar”, afirma a dermatologista oncológica da Oncoclínicas Brasília, Fernanda Seabra.

Ela lembra ainda que protetores físicos, como chapéu, boné, óculos escuros e roupas de proteção UV são importantes para evitar os efeitos do sol.

Fernanda explica que um dos principais mitos em relação ao câncer de pele é que as pessoas de pele negra não desenvolvem a doença. Apesar de ser mais comum em pacientes de pele, olhos e cabelos claros, a neoplasia pode aparecer em qualquer pessoa.

“Moramos em um país tropical e devemos aplicar o protetor solar sempre que sairmos de casa. Evitar o sol das 9h às 16h, período em que temos maior incidência dos raios UV-B, maior envolvido na ocorrência do câncer de pele, também é fundamental”, ressalta a especialista.

Diagnóstico feito em casa

Cerca de 75% dos casos de câncer de pele são diagnosticados pelo cônjuge do paciente ou por algum familiar — por isso, fazer o autoexame em si mesmo e em pessoas próximas é importante.

As lesões cancerígenas podem ser identificadas por meio do sistema ABCDE:

A – Assimetria
Um lado da pinta não é igual ao outro.

B – Bordas irregulares
A pinta possui contorno irregular

C – Cor: múltiplas cores
Pinta com mais de duas cores

D – Diâmetro
Pinta com mais de 6 mm de diâmetro

E – Evolução
O paciente deve relatar para o seu dermatologista se a lesão está mudando, crescendo ou coçando, se está mudando de cor ou se está sangrando.

Fernanda explica que existem dois tipos de câncer de pele: o melanoma e o não melanoma. Entre os sintomas do câncer de pele não-melanoma estão a presença de lesões cutâneas com crescimento rápido, feridas que não cicatrizam e que podem estar associadas a sangramento, coceira e algumas vezes dor. Esses sinais geralmente surgem em partes do corpo que costumam ficar mais expostas ao sol, como rosto, pescoço e braços.

Já o câncer de pele do tipo melanoma costuma se manifestar através de pintas escuras que apresentam modificações ao longo do tempo. Esse tipo de tumor pode aparecer na pele ou mucosas, na forma de manchas, pintas ou sinais.

Pessoas com histórico familiar de melanoma e/ou que tenham um volume maior que 50 pintas pelo corpo também devem ficar atentas aos riscos de desenvolver a doença.

“Quando o melanoma ou os carcinomas são diagnosticados em fase inicial, o tratamento cirúrgico é o mais adequado. Em fase avançada, com a presença de metástase, os tumores devem ser tratados com terapias adjuvantes. Hoje, a medicina avançou muito nas terapias alvo e imunoterapias. Graças a essas novas drogas, podemos aumentar a sobrevida livre de doença dos nossos pacientes”, finaliza a médica.

Fonte: Metrópoles

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