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Jornal Alô Brasília: Pânico de dentista? Como a tecnologia pode ajudar com um tratamento mais preciso e sem dor

A tecnologia melhorou a qualidade de vida da população de uma forma geral. Na odontologia não é diferente! Tanto pacientes quanto profissionais da área, estão se beneficiando com novas tecnologias, entre elas os implantes dentários. Segundo os últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2019, 34 milhões de brasileiros, acima de 18 anos, perderam 13 dentes ou mais – o que pode gerar problemas na mastigação, lesões na gengiva e perda óssea. Segundo números da Associação Brasileira de Dispositivos Médicos (Abimo), são realizados cerca de 800 mil implantes por ano no Brasil.

De acordo com o dentista Michel Mattar Altoé, professor de odontologia digital da Faculdade Aria, hoje, graças à odontologia digital, o trabalho dentro do consultório pode ser otimizado. “O próprio dentista pode produzir e finalizar os próprios casos sem precisar enviar materiais para laboratório para fazer, guias cirúrgicas e provisórios, por exemplo. Ele pode imprimir ou fresar o que for preciso dentro da própria clínica, o que agiliza todo o tratamento”, explica.

Para o paciente, as vantagens são procedimentos mais rápidos. “Cirurgias de grande porte, como as ortognáticas e de muitos implantes, hoje são feitas de modo menos invasivo devido ao planejamento virtual e a confecção de guias impressas. As cirurgias de implante, por exemplo, são facilitadas pelos guias cirúrgicos, os quais já orientam o cirurgião a colocar o implante na posição e inclinação certa e com as corretas distâncias entre os dentes”. O doutor Michel Mattar, ressalta que a evolução dos softwares de planejamento e dos equipamentos ajudaram a melhorar a aquisição e os diagnósticos por imagem. “Algoritmos de inteligência artificial inseridos nos programas vêm auxiliando muito os dentistas a diagnosticar doenças e planejar tratamentos odontológicos de forma mais rápida e fiel”.

Além dos trabalhos “chairside” no consultório, os trabalhos nos laboratórios “labside”, também foram facilitados pelo avanço da tecnologia digital. “Eles conseguem fazer uma produção muito mais rápida e eficaz das próteses produzidas em equipamentos chamados de fresadoras, que foram previamente desenhadas em computador. O laboratório consegue confeccionar inúmeras próteses de uma só vez, enquanto antigamente, um protético fazia dente por dente de forma artesanal com uma velocidade muito mais baixa. E quanto a adaptação de coroas sobre dentes e barras de próteses tipo protocolo sobre implantes houve um ganho excepcional com o digital”, finaliza o professor da Faculdade Aria.

Fonte: Jornal Alô Brasília

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